Amanhã de manhã viajo pra Curitiba. Tava na hora deu me divertir em outros ares. Vontade de ir pra balada, dançar, beijar, ficar, enfim... hahahaha. E se der ainda dou uma passadinha em Sampa, nem que seja pra passar só um diazinho pra rever os amigos. Uma saudade que meu deus! Tomara que role; vamos ver...
Gente, tô paixonado por esse rapaz. Rufuz Wainwritght: canta bem, tem uma simpatia e uma performance enormes e ainda é lindo. Totalmente pop. Tenho ouvido direto seu cd. Presentinho procês: Going to town e depois Hallelujah (cantando com sua irmã). Bom demais!
Por aqui as coisas estão bem, inclusive na facul. Aliás, depois da tentativa de tirada de tapete, todo mundo viu que eu tinha razão e agora ficam me bajulando. Nem queria isso. Mas tudo bem, melhor assim!
Semaninha de 40 anos da morte de Che. Adoro sua história, o conteúdo que ele expressa através da imagem e vida. Viva Che!
Acho que é isso. Devo voltar a postar só quando eu chegar, na segunda. Então... Bom feriado pra todo mundo: curtam muito, descansem, enfim.
Beijão procês. ;)
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Feriado e Rufus
domingo, 7 de outubro de 2007
Descanso, boa música e blogs
Mudando de assunto... Queria tanto estar em Sampa agora: rever os amigos e passear pela cidade. Meu corpo já pede TW, Bubu, Lôca, Paulista, Vila Ângela, Vila Madalena, ida na PUC pra matar saudades, Ibirapuera e uma conversa boa com os amigos... Ai ai ai.
Estava lembrando que mais ou menos essa época, comecei a conversar com muito dos blogueiros que hoje conheço. Lembrei muito dessa época essa semana. Tão bom poder olhar pra trás e perceber que você é outro, melhor, mais seguro e com amigos de ouro. E no fundo, todo amigo é de ouro, não? Foi no final do primeiro semestre que comecei a olhar os blogs, mas só fui começar a escrever meus comentários em cada um deles e a bater papo pelo msn de modo mais efetivo, em meados de setembro ou outubro. Comentava ainda sem ter o meu próprio, que viria apenas em dezembro. Coisa boa isso tudo!
Feriado vou pra Curitiba! Festa de uma amiga que defendeu sua tese... Estando lá, vou aproveitar para farrear. Mereço demais! Bares, boates, amigos. Show da Björk continua de pé: dia 31. Não vejo a hora.
Final de semana quase todo ouvindo Antony & The Johnsons... Ele vai estar no tim festival no teatro do ibirapuera cantando. Maravilhoso! Imperdível, mas os ingressos já estão esgotados. Queria deixar um vídeo dele cantando aqui no post, mas não estou conseguindo. Então, quem quiser ver ou conhecer é só clicar aqui, ou ainda, aqui.
Recados:
a) Aventura, muito bom poder falar com você. Saudades mesmo. Tomei m choppinho pra comemorar sua vida que já dá alegria pra gente há pelo menos um ano. Um achado você!
b) Razi, curti demais falar com você pelo telefone também, ainda que rápido. Curta muito essa cidade com o Lê e os amigos todos. Se pudesse, também estaria aí, rindo, brindando, tomando um choppinho, enfim... Beijão!
c) Falei com o Foxx esses dias e ele disse que não está entrando no msn porque está sem net em casa. Mandou beijos.
Beijão pra vocês. ;)
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Notícias, aniversário e dica...
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Segredo, nosso herói!
Hoje é aniversário de um blogueiro que curto muito e já disse isso em outros blogs, seja com comentários, seja como frases testemunho. Pensei em homanegeá-lo de alguma forma e saiu esse singelo vídeo da cartola: um superman indiano, veja só. Até porque ele já tinha sido muito homenageado com sua faceta cabritinha do agreste. Segredinho, nosso superman baiano, você é o verdadeiro! Esse aí é cópia e não chega aos seus pés. Te curto demais fiote e desejo todo amor desse mundo. Viva a baianidade, viva você!
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Sabadão, mototaxi e latido de cachorro...
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
A volta, a rave e a academia
Dando sequência ao título, falemos primeiro da rave!
Como sabem, estava um tanto entediado de estar nessa cidade pacata do interior do Paraná: três lugares pra sair, com as mesmas músicas para ouvir e as mesmas pessoas para encontrar… Já não tinha estímulo algum pra ver o “mais do mesmo” da balada mais que repetitiva daqui. Suspeito saber toda a sequência de músicas que toca na boate. Se faltar uma, ou se uma delas vier na sequência trocada, podem ter certeza: o dj estava distraído!
Foi quando num belo dia de sábado (ou sexta?), um amigo me chamou pra ir numa rave que aconteceria no sábado a noite. Meu deus: milagres acontecem! Com um sorriso nos lábios e uma esperança em um mundo melhor, disse com todas as letras que já estava prontíssimo para tal evento, onde, quem sabe, encontraria pessoas mais interessantes, descoladas, que curtiam as mesmas coisas que eu, e eu enfim, sairia da maré de tédio. Além do mais, deve lotar. Nunca acontece nada, então…
Passei a tarde ouvindo o cd com músicas de Offer Nissin (adoro!) que o Mindu me deu, entrando no espírito “Woodstockiano” que podia encontrar naquela rave que mistura música eletrônica com essa coisa kitsch de “Viva a natureza!”.
Meia-noite, pego o táxi e chego lá; meu amigo já estava me esperando com outros mais amigos seus. Muitos carros do lado de fora e uma expectativa eufórica de uma noite bacana. Foi quando – a la Marx – o que era sólido, se desmanchou no ar. E o que era sonho, virou uma brincadeira de mau gosto.
Exageros dramáticos à parte, a rave era uma ravezinha mal sucedida: pouca gente, um visual feio e um povo bem trash: uma mistura de dois mundos que, a princípio, não poderiam se tocar nunca; aquela da música eletrônica e seu ethos de urbanidade e gente transada (o que muitas vezes não corresponde também!), com o universo caipira, gauchesco e l-e-i-t-e-q-u-e-n-t-e-s-c-o de ser e de viver… Ok, vocês já perceberam meu tom preconceituoso, né? Juro que estou tentando trabalhar isso em mim. Mas vamos e venhamos: é difícil!
O “dj” tinha o seu equipamento (mixers, processadores, toca-discos) montado entre (pasmem!) dois carros, dos quais, acoplados a duas caixas de som potentes, fazia a trilha sonora da festa. Imaginem: sabe aquele povo mal educado que adora abrir a porta do carro e pôr o som na maior altura pra dizer que chegou? Era uma coisa dessa, com música eletrônica e com um dj a bordo.
Naquele sítio enorme, lá estava a “pista de dança” com refletores, iluminadores, ora azuis, ora vermelhos, fazendo a decoração do ambiente. Lindo de morrer! Tava uma verdadeira boate a céu aberto. Detalhe, não queria ser grosseiro e deselegante com meu amigo (que por sinal é lindo!) que tinha me convidado. Ele estava adorando…
Uma cervinha ali, outra acolá, quando tudo se misturou: sabe aqueles grupos de forró que tocam “Imagine” (esse clááááááááássico da paz por um mundo melhor!); misturam coisas que nunca poderiam ser misturadas? Foi o que rolou! A música gauchesca e sertaneja começou a ser tocada em ritmo, ora de funk, ora de música eletrônica.
Daí não aguentei e fui respirar um pouco de ar do lado de fora. Eu disse: posso sair e voltar logo? E o povo da entrada: claro! Pegou meu braço rapidamente e em dois segundos eu estava carimbado. Podem rir, podem rir. Quem rir por ultimo rir melhor, viu? Passei dois dias com a marca daquele carimbão no braço. Consolo? Era até romântico olhar praquela coisa roxa e lembrar das festas de adolescência no interior do nordeste. Ai ai...
Quinze minutos depois, voltei, encontrei o pessoal e disse que estava indo. Eles já tinham percebido a furada também. Saímos todos. É mole?
Entre mortos e feridos, uma das coisas boas dessa noite foi o fato deu ter encontrado o meu instrutor de academia – que na maior coincidência, é amigo desse meu amigo. Ops, fala de novo, repete agora: academia? E não é? Tomei vergonha na cara e entrei numa academia. Já estou na terceira semana e para minha surpresa estou adorando.
Nunca fui muito de atividade física. Eu era a expressão da separação clássica entre mente e corpo, proposta por Descartes (risos); entre corpo e alma, proposto por alguns filósofos gregos (mais risos); entre trabalho braçal e trabalho intelectual, proposto por Marx (muitos risos). E como devem imaginar, sempre privilegiei mais a mente. Uma estupidez completa de minha parte, porque uma coisa não exclui a outra. Na verdade eu era um tremendo preguiçoso e sedentário! E antes que eu virasse um cabeção por isso, achei prudente trabalhar e fortalecer o corpinho também (morrendo de rir).
Foi assim que, certo dia, percebendo que já não poderia mais continuar desta forma, fui a uma academia próxima a minha casa e decidi entrar. Estou indo todos os dias e adorando: belos estímulos por todos os lados, inclusive, o instrutor que, sei não viu, acho que curte (ah moleque!).
Hoje já estou mais acostumado, mas no início a coisa era punk! Doía o corpo todo… E as músicas que tocam são a cara da The Week… Não tem como esquecer de vocês!
Bom, tinha mais um assunto pra escrever, mas esse, eu vou deixar para o próximo post. Este de retomada já está de bom tamanho. E apesar do tempo escasso, digamos que voltei a ativa! Beijão pra todos aqueles que sentiram falta, produziram um abaixo-assinado e pronunciaram-se em cadeia nacional solicitando minha volta. Tô nojento hoje, né? É carinho povo, é carinho. Tava era com saudade de todo mundo.
Beijão procês. ;)
domingo, 5 de agosto de 2007
Raining in paradise
Porque estou sem novas; porque estou sem criatividade; porque eu adoro Manu Chao; e porque adoro as coisas que ele canta. Pra vocês, seu novo single... Para ser um grilo falante nesse mundo que precisa mudar. Beijão procês. ;)
Welcome to paradise
Today it's raining
Today It's raining
In Zaire, Was no good place to be
Free world go crazy, it’s an atrocity
In Congo, Still no good place to be
They killed Mibali, it’s a calamity
Go Maasai go Maasai be mellow, Go Maasai
Go Maasai be sharp
In Monrovia, this no good place to be
Weapon go crazy, it’s an atrocity
In Palestina, too much hypocricy
This world go crazy, it's no fatality
Go Maasai go Maasai be mellow, Go Maasai
Go Maasai be sharp
Today it’s raining
Today it’s raining
In Baghdad, it's no democracy
That’s just because, it’s a US Country
In Fallujah, too much calamity
This world go crazy, it's no fatality
Go Maasai go Maasai be mellow, Go Maasai
Go Maasai be sharp
Today it’s raining
In Jerusalem, in Monrovia, Guinea-Bissau
Welcome to paradise, Come to the fairy lies
