terça-feira, 8 de maio de 2007
Buenos Aires
Meus amigos blogueiros: depois de uns dias sem msn e post novo, cá estou de novo. Como disse no post anterior, esse final de semana iria a Buenos Aires. E fui! Fui com meu irmão que já estava lá uns dois dias antes. Foi maravilhoso. Lindo! Por tudo: por ter conhecido uma cidade super aconchegante e por ter ido com meu irmão. Me sinto cada dia mais próximo dele. Ele é maravilhoso. A cidade, como disse, é linda e aconchegante. Às vezes me lembrava Paris, às vezes Santiago de Compostela, às vezes Porto Alegre. Foram muitas as referências que vi lá. São várias cidades numa só. Adorei ter conhecido a Praça de Maio, a Casa Rosada, o Caminito, o tango nas praças públicas, o Estádio da Bomboneira, o Malba, enfim. Hoje entendo melhor o orgulho que os argentinos têm de seu país. No sábado a noite, tinha combinado de ir com meu irmão a uma boate. No final, ele acabou desistindo por conta do cansaço. Dei uma de doido e achei a deixa para poder conhecer o lado alternativo da cidade. Saí rumo a uma boate gay. Como não conhecia, comecei a perguntar. Me indicaram a boate Angel. Peguei o táxi (que é super barato) e fui bater lá. Vocês não tinham noção do tamanho da fila que tava. Não acreditei quando eu vi. Fui para o final dela e comecei a conversar com um carinha. Perguntei sobre a boate, a fila, etc. Ele me disse que a fila é sempre assim e que demoraria pelo menos 1 hora para entrarmos. Falei logo que não iria ficar. Perguntei se ele conhecia outra e ele me tira um guia de lugares gays do bolso. Me sugere a Contramano. Aceito a proposta e pego um táxi. Ele foi comigo! Chegando lá, vimos que a casa tava bem vazia ainda. Vimos que tinha sido uma furada, mas… Fomos ao segundo andar e ficamos conversando lá sobre identidades sexuais, política, Brasil e Argentina, enfim… Percebia que o papo ia esquentando e gostava disso. E ele deu a deixa: sou tímido! Pensei: tenho que entrar de vez então. O convidei para danar. A essa altura a pista já estava cheia. Dançamos e comecei a encará-lo. Ele me respondia com um sorriso lindo. Aliás, seu sorriso e seus olhos me cativaram. Começou um clima e tentei beijá-lo, no que ele se esquivou. Fiquei na minha, pensando qual era a dele. Uns dez minutos depois, dançando ainda, começa um novo clima e ele vem pra cima de mim. Era o que eu queria! Ataco e beijo. Sem noção! Um beijo demoradíssimo e maravilhoso. Garanto que foi uns 50 minutos de beijo. Só paramos para sair da pista e continuar noutro lugar, mais reservado. Beijo, mão aqui e ali… Meu deus, foi maravilhoso. Ficamos e depois da baladinha saímos para um café. Conversamos mais até ele pegar o ônibus para casa. Cheguei no hotel às 05:30hs para estar de pé às 09:00hs. Fiquei com uma lembrança dele e tenho me comunicado pelo msn. Quem sabe um dia volto lá e nos encontramos de novo… Era lindo, simples e tinha um papo ótimo! estou cheio de fotos da cidade. Quem me encontrar no msn e se alguém quiser ver, mostro! Antes de terminar quero dizer que ando numa fase muito feliz de minha vida. Curtindo demais o trabalho, curtindo demais minhas aventuras, enfim... Beijo pra todo mundo. ;)
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Diários de motocicleta
E aí pessoal, curtiram muito o feriado? O meu foi uma coisa de louco. Fazia tempo que não fazia uma aventura tão louca como essa. Até eu me assustei. Mas vamos por partes. Só peço a paciência de vocês porque o post vai ser meio longo. Como disse no post anterior, fiquei de me encontrar com um carinha no sábado a noite. Bom, na sexta ainda nos encontramos no msn e decidimos adiar para segunda. Foi melhor tanto para mim como para ele. Pude nesses dias dar encaminhamento em todos os meus projetos: terminar de escrever um artigo para um capítulo de livro, corrigir provas, enfim. Aproveitei também para descansar muito e bater papo com meus amigos blogueiros. Isso tudo fiz até segunda às 18hs, quando parti rumo à cidade desse carinha que vou chamar de maneira fictícia de “Paraisópolis” (rs). Fui tranqüilo e com um livro na mão, pois não suporto essas pequenas viagens, onde nem colocam filme pra você ver e nem consigo dormir. Prefiro as longas. Eram duas horas sem fazer nada. Li, reli, enfim. Chegando na cidade, às 20hs, decidi ligar para ele como combinado. Liguei, tocou e ele atendeu. Disse:
- “Olha, cheguei. Estou na rodoviária como combinado”.
Ele me disse que eu o esperasse e que dentro de dez minutos estaria lá. Esperei dez, quinze, vinte minutos e nada. Foi quando ele me ligou:
- “Meu, onde você tá? Te procurei por todo canto e nada”.
Eu respondo:
- “Estou em frente ao ponto de táxi!”.
Ele diz:
“Meu, que ponto de táxi? Não tem ponto de táxi nessa rodoviária”.
Gelei, mas disse sorrindo:
“Tanto tem que estou em frente a ele”.
E ele solta a bomba:
“Rapaz, você está em Paraisópolis. Minha cidade é Curupira”.
Claro que Curupira – como Paraisópolis – é um nome fictício. Quase caí quando ele disse isso. No mínimo ele mentiu para mim até conquistar confiança e depois esqueceu de dizer. Disse que iria ver como fazer e logo telefonava para ele de novo. Perguntei aos funcionários da rodoviária se ainda existia ônibus para Curupira naquele momento e eles responderam que não existia mais ônibus para lugar nenhum. Por um momento quis matar esse guri, mas logo comecei a sorrir da situação. Perguntei aos mesmos funcionários que alternativas eles me davam para chegar até lá e eles deram duas: ou táxi ou mototáxi. Pensei: “Já que tu chegou até aqui, e não tem nem mais ônibus para voltar para casa, relaxa e vai em frente”. Peguei o primeiro mototaxista que vi e fomos. Pessoal, vocês não têm noção da loucura. Já no caminho me veio um flash de razão e comecei a pensar no perigo que estava correndo: estrada mal iluminada, com muitas curvas, alta velocidade. Num momento disse ao mototaxista que não estava com pressa e que ele poderia ir devagar. Melhorou. E se ele quisesse fazer algo comigo? (rs) Sou doido demais. A coisa boa é que aprendi a tirar proveito das situações: ele era muito bonito e eu me aproveitava nas curvas (rs). Num determinado momento do percurso, vi algumas luzes de casas e perguntei: “Chegamos?”, no que ele respondeu: “Faltam 19 kms”. Não sabia o que pensar e a vontade era de rir. Era um misto de tensão e prazer. E vocês nem sabem, mas lembrava muito de cada um de vocês nessa aventura louca. às vezes me assustava um pouco com os farois que vinham das curvas da estrada. Foi adrenalina pura.
Enfim passada essa etapa chegamos na cidade. Fui direto para um hotel e depois liguei para ele. Fui comer algo e depois nos encontramos. Meu, valeu muito a pena! O carinha além de lindo tinha um beijo maravilhoso (rs). Acho que faria tudo se fosse necessário. Ele não chegou a passar a noite toda comigo porque é complicado: cidade pequena, pais controlando. Apesar dos 25 anos ainda não tem muita autonomia naquele contexto provinciano. Paciência! Contato feito e pra repetir a dose é só marcar de novo.
Acordei cedo pra ver se conseguia voltar para minha cidade logo. Que nada! Fui às 0730hs (morto de sono!) e quando cheguei na rodoviária tinha ônibus só às 0940hs para uma cidade próxima da minha. Fiquei esperando pois não podia mais voltar para o hotel e não tinha muita saída. Fui bater em “Groelândia” (rs). Esses nomes de cidade que estou batizando estão hilários. Chegando lá, perguntei que hora havia ônibus para minha cidade: “às 13:00hs e 15:40hs”. Ainda eram 11:00hs. O que fazer? Como já conhecia a cidade, decidi ir numa lan house. Lembrei que tinha um carinha desta cidade no meu msn que estava afim de me conhecer e já que eu estava ali, porque não… Entrei no msn e ele estava lá. Como falei com o segredo esse final de semana, parecia que eu tava era no cio (rs). Conversamos um pouco e marcamos um encontro. Fui almoçar e depois nos encontramos. Papo ali, papo acolá, quando vi estávamos num motel. Gente, sem noção isso. Não precisava isso tudo, né? Até parecia que o mundo ia acabar ontem. Não, às vezes eu faço umas coisas que nem eu entendo. Desnecessário. Mas tudo bem. Não me arrependo nenhum pouco de nada do que fiz. É que eu tava num fogo que meu deus do céu. Agora vou segurar a onda. Mas tomara que essa fase dê um tempo senão não tem quem agüente! (rs). Peguei o ônibus das 15:40hs e voltei pra casa.
Voltei pra casa e cá estou começando a escrever esse post que, certamente, só vou terminar amanhã. E vocês? Me contem! Quero saber do feriado, da vida, enfim. Antes de terminar o post quero dizer que devo ficar uns dias ausentes. Estou cheio de trampo e na sexta viajo para Buenos Aires. Volto só na segunda. Daí meu próximo post conto como foi por lá. Pena que não vai dá pra aproveitar tanto os hermanitos porque vou estar com meu irmão. Mas qualquer brecha que ele der vou dar um jeito de ir num local mais alternativo. Daí conto pra vocês... (rs).
É isso. Um beijo grande pra cada um de vocês que adoro. ;)
PS.: Em tempo! Tem um curitibano me deixando doido. Me telefona, fala coisas lindas, gosta de coisas que eu gosto, enfim... Nossos papos por telefone tem sido uma coisa! Acho que vou dar mais uns pulos em Curitiba logo.
- “Olha, cheguei. Estou na rodoviária como combinado”.
Ele me disse que eu o esperasse e que dentro de dez minutos estaria lá. Esperei dez, quinze, vinte minutos e nada. Foi quando ele me ligou:
- “Meu, onde você tá? Te procurei por todo canto e nada”.
Eu respondo:
- “Estou em frente ao ponto de táxi!”.
Ele diz:
“Meu, que ponto de táxi? Não tem ponto de táxi nessa rodoviária”.
Gelei, mas disse sorrindo:
“Tanto tem que estou em frente a ele”.
E ele solta a bomba:
“Rapaz, você está em Paraisópolis. Minha cidade é Curupira”.
Claro que Curupira – como Paraisópolis – é um nome fictício. Quase caí quando ele disse isso. No mínimo ele mentiu para mim até conquistar confiança e depois esqueceu de dizer. Disse que iria ver como fazer e logo telefonava para ele de novo. Perguntei aos funcionários da rodoviária se ainda existia ônibus para Curupira naquele momento e eles responderam que não existia mais ônibus para lugar nenhum. Por um momento quis matar esse guri, mas logo comecei a sorrir da situação. Perguntei aos mesmos funcionários que alternativas eles me davam para chegar até lá e eles deram duas: ou táxi ou mototáxi. Pensei: “Já que tu chegou até aqui, e não tem nem mais ônibus para voltar para casa, relaxa e vai em frente”. Peguei o primeiro mototaxista que vi e fomos. Pessoal, vocês não têm noção da loucura. Já no caminho me veio um flash de razão e comecei a pensar no perigo que estava correndo: estrada mal iluminada, com muitas curvas, alta velocidade. Num momento disse ao mototaxista que não estava com pressa e que ele poderia ir devagar. Melhorou. E se ele quisesse fazer algo comigo? (rs) Sou doido demais. A coisa boa é que aprendi a tirar proveito das situações: ele era muito bonito e eu me aproveitava nas curvas (rs). Num determinado momento do percurso, vi algumas luzes de casas e perguntei: “Chegamos?”, no que ele respondeu: “Faltam 19 kms”. Não sabia o que pensar e a vontade era de rir. Era um misto de tensão e prazer. E vocês nem sabem, mas lembrava muito de cada um de vocês nessa aventura louca. às vezes me assustava um pouco com os farois que vinham das curvas da estrada. Foi adrenalina pura.
Enfim passada essa etapa chegamos na cidade. Fui direto para um hotel e depois liguei para ele. Fui comer algo e depois nos encontramos. Meu, valeu muito a pena! O carinha além de lindo tinha um beijo maravilhoso (rs). Acho que faria tudo se fosse necessário. Ele não chegou a passar a noite toda comigo porque é complicado: cidade pequena, pais controlando. Apesar dos 25 anos ainda não tem muita autonomia naquele contexto provinciano. Paciência! Contato feito e pra repetir a dose é só marcar de novo.
Acordei cedo pra ver se conseguia voltar para minha cidade logo. Que nada! Fui às 0730hs (morto de sono!) e quando cheguei na rodoviária tinha ônibus só às 0940hs para uma cidade próxima da minha. Fiquei esperando pois não podia mais voltar para o hotel e não tinha muita saída. Fui bater em “Groelândia” (rs). Esses nomes de cidade que estou batizando estão hilários. Chegando lá, perguntei que hora havia ônibus para minha cidade: “às 13:00hs e 15:40hs”. Ainda eram 11:00hs. O que fazer? Como já conhecia a cidade, decidi ir numa lan house. Lembrei que tinha um carinha desta cidade no meu msn que estava afim de me conhecer e já que eu estava ali, porque não… Entrei no msn e ele estava lá. Como falei com o segredo esse final de semana, parecia que eu tava era no cio (rs). Conversamos um pouco e marcamos um encontro. Fui almoçar e depois nos encontramos. Papo ali, papo acolá, quando vi estávamos num motel. Gente, sem noção isso. Não precisava isso tudo, né? Até parecia que o mundo ia acabar ontem. Não, às vezes eu faço umas coisas que nem eu entendo. Desnecessário. Mas tudo bem. Não me arrependo nenhum pouco de nada do que fiz. É que eu tava num fogo que meu deus do céu. Agora vou segurar a onda. Mas tomara que essa fase dê um tempo senão não tem quem agüente! (rs). Peguei o ônibus das 15:40hs e voltei pra casa.
Voltei pra casa e cá estou começando a escrever esse post que, certamente, só vou terminar amanhã. E vocês? Me contem! Quero saber do feriado, da vida, enfim. Antes de terminar o post quero dizer que devo ficar uns dias ausentes. Estou cheio de trampo e na sexta viajo para Buenos Aires. Volto só na segunda. Daí meu próximo post conto como foi por lá. Pena que não vai dá pra aproveitar tanto os hermanitos porque vou estar com meu irmão. Mas qualquer brecha que ele der vou dar um jeito de ir num local mais alternativo. Daí conto pra vocês... (rs).
É isso. Um beijo grande pra cada um de vocês que adoro. ;)
PS.: Em tempo! Tem um curitibano me deixando doido. Me telefona, fala coisas lindas, gosta de coisas que eu gosto, enfim... Nossos papos por telefone tem sido uma coisa! Acho que vou dar mais uns pulos em Curitiba logo.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Baladinhas, descanso, encontros e feriado
Quem some sempre aparece...
Quem sentiu minha falta no msn e a falta dos meus comentários nos blogs, cá estou. Como viram, viajei e não tive tempo para acessar nada, nada. Já estava sentindo falta disso aqui. Vício é vício: incrível. Feriado chegando, segunda-feira imprensada e quatro dias de pernas para o ar. Ando morto: trabalhando muitíssimo. Talvez me encontre com uma figurinha noutra cidade no sábado e vá numa baladinha. Talvez! Mas ando querendo mesmo é ver os amigos em sampa: os da banda A e os da banda B. Aliás, para quem estiver aí na metrópole segue uma dica de baladinha boa no dia 27/04. Uma coisa bem underground... Uma festa num local a la Tarantino! Do ladinho do bar do Estadão. O flyer deixo aí em cima. É isso, assim que tiver mais notícias venho cá e partilho. Torçam para que sabadão seja bom pra mim. =P
terça-feira, 17 de abril de 2007
Cotidiano assim, assado...
Ok, já me refiz do fato de não ter ido à sampa esse final de semana. Mas em breve, tô aí e certamente irei na balada BuTWaLo a que se referiu o aventura. Ah vou! Vou virar baiano... Aqui embaixo do trópico de capricórnio nadinha, nadinha: só que vou a Curitiba de novo esse final de semana. Fico lá até segunda. Coisas do trabalho. Adoraria se fosse curtição, mas... No mundo virtual, a cada dia que passa, vou conhecendo mais blogueiros legais. Acreditem, tem muita gente boa nesse mundo. Um blog ali, um msn acolá e a vida vai passando... Mas não se enganem: ando aprontando muito! Numa fase em que sinto a necessidade de experimentar mais e mais, vou experimentando. Tá muito bom!
Antes de terminar, uma dica (e tomara que ele não me mate por isso): vocês conhecem a arte fantástica de nosso amigo xtrobo, né? Então, ele está concorrendo com uma de suas obras na saatchi galery e vocês podem ajudá-lo a vencer a parada, votando nele. Faço isso porque o cara merece. Fico de boca aberta quando vejo algo que ele faz. Para votar, basta clicar aqui. Aí vão aparecer dez estrelinhas correspondente à nota que você quer dar. E não precisa dizer que é 10000000000, né?
Enfim, sintam-se todos abraçados. De modo especial, aqueles com quem conversei esse final de semana: dusurf, aventura, xtrobo, segredo, tiago, pobre menininho e o imperfeitinho. A vocês meu beijo grande.
Antes de terminar, uma dica (e tomara que ele não me mate por isso): vocês conhecem a arte fantástica de nosso amigo xtrobo, né? Então, ele está concorrendo com uma de suas obras na saatchi galery e vocês podem ajudá-lo a vencer a parada, votando nele. Faço isso porque o cara merece. Fico de boca aberta quando vejo algo que ele faz. Para votar, basta clicar aqui. Aí vão aparecer dez estrelinhas correspondente à nota que você quer dar. E não precisa dizer que é 10000000000, né?
Enfim, sintam-se todos abraçados. De modo especial, aqueles com quem conversei esse final de semana: dusurf, aventura, xtrobo, segredo, tiago, pobre menininho e o imperfeitinho. A vocês meu beijo grande.
quinta-feira, 12 de abril de 2007
Notícias da viagem e da não viagem
Cá estou eu de novo, partilhando minhas coisas... Como prometi no post anterior, disse que falaria um pouco sobre minha mini-turnê interiorana de páscoa. O que dizer: que meus encontros foram ótimos! O do primeiro dia foi maravilhoso, quinta-feira santa; uma mistura de bom papo, atração e sexo. Carinha interessantíssimo. Nem conheci a cidade direito. Cheguei na rodoviária, liguei pra ele e ele foi me buscar. Fomos pra sua casa. No início, aquela coisa, um certo estranhamento, uma pergunta aqui, outra ali, enfim. Passado um tempo, um entrosamento advindo de uma trajetória parecida com a minha e afinidades mil. Depois não preciso dizer o que rolou. Queria era ter dormido lá, mas não dava: visitas, viagem familiar dele. Voltei no mesmo dia.
No dia seguinte, lá estou eu de novo, dando a volta no mundo. No meu mundo... Dessa vez um lugar mais distante, mas no tropo. Mesmo esquema, só que agora, num hotel. Gente, a cidade tava vazia. Fui o único hóspede. Morria de rir. Me meto em cada situação engraçada. Nem eu acredito no que faço às vezes! Lá foi o carinha. Mas não rolou atração não. Brincamos um pouquinho, mas deu! Não rolou, não rolou. Pronto!
Mas na volta, a surpresa. Fui comprar a passagem na rodoviária e na minha frente dois carinhas, acho que irmãos. Apesar de parecidos, um deles muito mais interessante que o outro. A este me reportei: é esse o ônibus pra cidade tal? E ele: sim, embarco junto. Fiquei na minha. Entrei no ônibus, peguei uma poltrona na janela e a outra ficou vazia. Qual minha surpresa quando vejo ele sentando ao lado. O irmão dele ficou noutra. Estranhei, mas gostei. Comecei a puxar assunto. Carinha de 21 anos, mora numa cidade pequeníssima, trampa, enfim. No meio da conversa ele me diz: "Você tem telefone fixo ou celular? Quando eu for na tua cidade quero te ver!". E eu quase caí duro. Não pensei duas vezes e passei. Por um momento até pensei que fosse um boy ou que quisesse me assaltar. Nada, menino desligadão, queria só curtir. E adorava se oferecer... Chovia na estrada e por duas vezes jogou seu corpo no meu na tentativa de "limpar o vidro da janela". Mas não rolava de acontecer nada ali. Não mesmo! Disse que talvez final do mês venha aqui. Vamos ver... Tomara que final de abril chegue logo...
Bem, a outra viagem; quer dizer, a não viagem... Vamos a ela: ia esse final de semana pra Sampa. Tudo mais que combinado, mas... Tinha era que morar aí logo! Voltar... Tenho perdido tanta coisa... Por um enorme imprevisto não poderei mais ir. Depois explico pra quem tiver interesse. Mas tudo bem, oportunidade não faltará. E como diz um amigo nosso: "Para o alto e avante". E é isso que interessa.
E para os meus: divirtam-se nesse findi galerinha. Se pudesse, estaria com vocês.
Beijão a todos.
No dia seguinte, lá estou eu de novo, dando a volta no mundo. No meu mundo... Dessa vez um lugar mais distante, mas no tropo. Mesmo esquema, só que agora, num hotel. Gente, a cidade tava vazia. Fui o único hóspede. Morria de rir. Me meto em cada situação engraçada. Nem eu acredito no que faço às vezes! Lá foi o carinha. Mas não rolou atração não. Brincamos um pouquinho, mas deu! Não rolou, não rolou. Pronto!
Mas na volta, a surpresa. Fui comprar a passagem na rodoviária e na minha frente dois carinhas, acho que irmãos. Apesar de parecidos, um deles muito mais interessante que o outro. A este me reportei: é esse o ônibus pra cidade tal? E ele: sim, embarco junto. Fiquei na minha. Entrei no ônibus, peguei uma poltrona na janela e a outra ficou vazia. Qual minha surpresa quando vejo ele sentando ao lado. O irmão dele ficou noutra. Estranhei, mas gostei. Comecei a puxar assunto. Carinha de 21 anos, mora numa cidade pequeníssima, trampa, enfim. No meio da conversa ele me diz: "Você tem telefone fixo ou celular? Quando eu for na tua cidade quero te ver!". E eu quase caí duro. Não pensei duas vezes e passei. Por um momento até pensei que fosse um boy ou que quisesse me assaltar. Nada, menino desligadão, queria só curtir. E adorava se oferecer... Chovia na estrada e por duas vezes jogou seu corpo no meu na tentativa de "limpar o vidro da janela". Mas não rolava de acontecer nada ali. Não mesmo! Disse que talvez final do mês venha aqui. Vamos ver... Tomara que final de abril chegue logo...
Bem, a outra viagem; quer dizer, a não viagem... Vamos a ela: ia esse final de semana pra Sampa. Tudo mais que combinado, mas... Tinha era que morar aí logo! Voltar... Tenho perdido tanta coisa... Por um enorme imprevisto não poderei mais ir. Depois explico pra quem tiver interesse. Mas tudo bem, oportunidade não faltará. E como diz um amigo nosso: "Para o alto e avante". E é isso que interessa.
E para os meus: divirtam-se nesse findi galerinha. Se pudesse, estaria com vocês.
Beijão a todos.
sábado, 7 de abril de 2007
Imperfeição a toda prova
Um pouco cansado hoje para relatar os resultados da mini-excursão interiorana... Antes que fiquem muito ansiosos pra saber, posso adiantar que foi bem sucedida, bom demais. Mas os detalhes ficam para o próximo post, ok? Na verdade, quero só manifestar meu carinho por uma figura que conheci por estas bandas blogueiras e que - em pouco tempo - tornou-se uma das pessoas que mais estimo. Por tudo: pela sua companhia eme-esse-ênica (ops!), por sua extrema simpatia, pelo seu carinho e amizade, pela sua confiança, pelo seu sorriso.... Muito bom ir além do superficial nessa virtualidade toda... Adoro as pequenas conversas cotidianas, o sorriso na hora errada, a partilha das dúvidas que rondam nossas vidas... E chego a ficar bobo, com uma alegria despudorada! E fico até brega escrevendo essas coisas todas, mas foda-se. Eita amigo que entrou assim, assado, devagarinho, sem bater na porta... E ficou! Imperfeito, você é massa e tô curtindo muito sua amizade rapá! Te cuida aí! E olha a rasteira... =P
quinta-feira, 5 de abril de 2007
Feriado, carinhas e mochilão nas costas
Passando para desejar um maravilhoso feriado.
Eu vou curtir muito: aproveitar para conhecer a região com a mochila nas costas e "brincar" com uns carinhas com quem me articulei outro dia. Um hoje e outro amanhã. Nada melhor que conhecer a cultura de um povo a partir das pessoas, não? Ainda mais na intimidade... hahahaha... Esse meu cinismo tá cada dia maior. Tomara que dê tudo certo.
Quando eu chegar, conto tudo!
Um grande abraço a todos. Fui! ;)
Eu vou curtir muito: aproveitar para conhecer a região com a mochila nas costas e "brincar" com uns carinhas com quem me articulei outro dia. Um hoje e outro amanhã. Nada melhor que conhecer a cultura de um povo a partir das pessoas, não? Ainda mais na intimidade... hahahaha... Esse meu cinismo tá cada dia maior. Tomara que dê tudo certo.
Quando eu chegar, conto tudo!
Um grande abraço a todos. Fui! ;)
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